sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025

- Na Palma Da Mão


Na palma da mão 
O poema
Não é problema 
É coração 
Amor que abraça 
E entrelaça 
Dentro de alma.

Warlei Antunes 

quinta-feira, 27 de fevereiro de 2025

- Línguas Estranhas


Línguas estranhas 
Clamam teu nome
E dirigem contra você.
O mal disfarçado de amor
Declamando um belo sorriso.
Armadilha preparada,
Tapinha nas costas
E o seu coração amoroso 
Segue na trilha da insanidade 
Vencendo cada obstáculo 
Pois, teu objetivo é a tua força.

Warlei Antunes 

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2025

- Ventania


Sem perder a compostura 
Na linha de costura 
Sente essa textura 
Que se faz da poesia
No meio dessa ventania 
Que assopra e assovia.

Warlei Antunes 

terça-feira, 25 de fevereiro de 2025

- Sono Perdido


O sono perdido 
A saudade ardendo o corpo
Pensando em você longe de mim
E a sensação de solidão 
São tantas lembranças 
E agora só restou o vazio
De tudo que um dia já foi preenchido com amor.

Warlei Antunes 

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2025

domingo, 23 de fevereiro de 2025

- Buscando Teu Amor


Em meio a dor
Recorro ao Senhor 
Buscando teu amor
Clamando de coração 
Desejando salvação.

Warlei Antunes 

sábado, 22 de fevereiro de 2025

- Sonhos Maiores


De alguma maneira
Me perdi nessa ladeira 
Meus versos caíram no asfalto
Nesse assalto
Onde encontro tudo caro,
Um indigno disparo
Que mata o inocente,
E ter que suportar o patrão intransigente
Que não tem pena de ninguém 
E se não trabalhar não tem 
Falta o pão de cada dia
Não recebe poesia
Muito menos alegria.
Perco tudo nessa caminhada 
De origem transfigurada,
O cartão deu recusado
O viver é acusado 
Por querer comer
E não ter
Não poder comprar 
Porque do salário não vai sobrar,
É tão cruel
E quem paga aluguel?
Na rua esburacada 
Da janela empoeirada 
Vejo a casa alagada 
Com a chuva que veio
E o receio?
Perder toda uma vida
Nessa insana corrida 
Que não tem linha de chegada
Mas, todo dia parece o fim
E é sempre assim
Insatisfeito
Com defeito
Não tem jeito
Nada é perfeito.
E a cidade fica sem luz
E quem é que nos conduz?
Para aí moço!
Esse é o fundo do poço 
Não vou subir nesse patamar 
Vou me afogar
No mar de dívidas,
Condições desprovidas
Eu queria igualdade 
Mas, na verdade 
Isso nunca será realidade 
Se nem existe equidade,
E no meio de tanta maldade 
O povo padece 
O faminto perece
E para ajudar, ninguém aparece 
É uma dor
Que não será coberta com amor
Tem muito rancor
No coração 
De quem vive dessa insatisfação,
Maldita inflação 
No estômago, inflamação 
É um desgosto pela eleição 
Vivendo no mundo cão 
É dolorido ver o candidato não cumprir sua missão 
Para com a população 
Maldita enganação.
Nesse país é uma danação 
Se tem Facebook, mete um textão
Fazendo agitação 
Mas, na verdadeira intenção 
Só pensa em si próprio 
Nome impróprio 
Palavra vazia
Que não cabe na poesia.
No calor do momento 
A raiva é o tormento.
Sem ter muito o que dizer
Só vendo o povo sofrer
Condução lotada
Obra inacabada 
O trem parado no tempo 
O pior contratempo.
Hoje eu vou desejar dias melhores 
Ter sonhos maiores
E ver a realização 
De tudo aquilo que habita no coração.

Warlei Antunes